Sobre

Casa de Maria: acolhimento que transforma vidas

A Casa de Maria nasceu de forma simples, movida por um olhar atento à dor humana e pelo desejo sincero de ajudar. Tudo começou quando um integrante da família fundadora atuava como voluntário no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, e percebeu uma realidade difícil: muitas famílias de pacientes em tratamento não tinham onde ficar. Algumas dormiam em bancos, outras permaneciam dentro de carros, enfrentando sofrimento além da própria doença.

Diante disso, surgiu a decisão de agir.

Em uma casa modesta, iniciamos um trabalho de acolhimento oferecendo hospedagem a pessoas vindas de diversas regiões do Brasil. Muitos pacientes permaneciam conosco por meses, enquanto realizavam tratamentos complexos ou se recuperavam de procedimentos médicos. Mais do que abrigo, buscávamos oferecer segurança, carinho e esperança em um momento delicado da vida.

Com o passar do tempo e as mudanças nas políticas públicas, o perfil das necessidades também mudou. A Casa de Maria se adaptou para continuar servindo onde mais fazia falta.

Hoje, nossa missão é acolher principalmente pacientes de fora de Curitiba que vêm para consultas, exames e tratamentos oncológicos. Muitas dessas pessoas chegam cedo aos hospitais e permanecem o dia inteiro longe de casa, sem recursos para alimentação adequada ou um local digno para descansar.

Por isso, oferecemos gratuitamente:

  • Café da manhã e almoço
  • Espaço de descanso e convivência
  • Banheiros e estrutura de apoio
  • Ambiente acolhedor e respeitoso
  • Escuta, atenção e solidariedade

Mais do que assistência material, entregamos dignidade. Sabemos que enfrentar o câncer exige força física e emocional, e um gesto de cuidado pode mudar completamente o dia de alguém.

A essência da Casa de Maria permanece a mesma desde o início: fazer o bem com simplicidade, amor e compromisso com quem mais precisa.

Como ajudar

A Casa de Maria depende da generosidade de voluntários, parceiros e doadores para continuar existindo. Cada contribuição ajuda a manter viva essa corrente de acolhimento e esperança.

Você quer ajudar? Clique aqui:

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